Capistrano Advogados

Você sabe como funcionam os leilões de imóveis?

Imóveis vão à leilão geralmente para quitar uma dívida do devedor, proprietário daquele imóvel.

Muitos investidores têm como uma opção dos seus investimentos a arrematação de imóveis em leilão. E o motivo é simples: se for bem feita, com segurança e sempre assessorada por um advogado especialista no assunto, os lucros podem ser muito, mas muito interessantes, chegando a 100% (às vezes até passando disso). Esses investidores já sabem do potencial lucrativo desse negócio. Alguns fizeram da arrematação de imóveis a sua própria renda. E é possível.

Ocorre que potenciais investidores, ou seja, aqueles que possuem capital e vontade de entrar nesse mercado, ainda têm dúvidas acerca da segurança desse ato. Então, vamos lá:

1) É seguro arrematar imóveis em leilão. Mas, como em todo negócio, deve-se saber o que está fazendo. Se não se tem conhecimento, deve-se se socorrer de quem entenda.

2) Na maioria das vezes, o valor da arrematação pode ser usado para quitar as dívidas fiscais. O advogado cuidará disso.

3) O arrematante recebe o imóvel livre de penhoras, sendo necessário apenas providenciar a baixa das outras penhoras (o advogado cuidará disso também).

4) O edital do leilão é o documento que traz as informações sobre o leilão e deve ser lido atentamente.

5) A maior vantagem é o potencial de lucro. Em nosso escritório, já vimos casos de imóveis arrematados que geraram lucro superior a 100% do valor investido. Um excelente negócio!”

Artigo escrito por:

Rubens Stegelitz Capistrano

Com mais de dez anos de atuação intensa. É Advogado graduado pelo Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas – UniFMU em dezembro de 2005 e pós-graduado em Direito Ambiental pelo Centro de Pesquisa e Pós-Graduação da UniFMU em 2006, inscrito na Ordem dos Advogados do Brasil, Seção de São Paulo, sob o número 246.818 e membro da Associação dos Advogados de São Paulo – AASP. É membro da Comissão do Jovem Advogado da OAB/SP, Coordenadoria de Direito Ambiental desde dezembro de 2007, membro da Comissão de Ética e Disciplina da 37ª Subseção da OAB/SP – São João da Boa Vista – Biênio 2016-2018 e Presidente da Comissão de Direito do Consumidor da 37ª Subseção da OAB/SP – São João da Boa Vista – Biênio 2016-2018.